Rugby LGBT+: eu fui, eu tava no primeiro amistoso internacional em São Paulo

Time brasileiro Tamanduás-Bandeira e o argentino Ciervos Pampas se enfrentaram em uma partida de todas as cores

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Jogadores de rúgbi abraçados em círculo em um campo gramado, usando uniformes com camisetas azuis e brancas de mangas com as cores do arco-íris, shorts rosa e meias listradas de arco-íris. O time disputou o primeiro amistoso internacional de Rugby LGBT+ em São Paulo

Time argentino LGBT+ de rugby Ciervos Pampas veio a São Paulo disputar amistoso contra equipe brasileira Tamanduás-Bandeira | Foto: Reprodução/Facebook/@CiervosPampas

“Nós queremos que as pessoas simplesmente nos respeitem, nos aceitem”. A frase de Djalma de Oliveira Assunção ainda ecoa nos meus ouvidos. Ela a disse pra mim quando cobri o primeiro jogo internacional de rugby entre duas equipes LGBT+ em São Paulo, em 2019.

Djalma era, então, um dos integrantes mais antigos do time paulistano Tamanduás-Bandeira, que enfrentava o argentino Ciervos Pampas em um amistoso às vésperas da parada LGBT+ daquele ano, em 22 de junho. O texto completo você pode ler no site do Estadão.

Acompanhar a partida e contar essa história foi tão marcante quanto o feito histórico do jogo em si. No campo argentino, atletas de origem humilde que nunca tinham viajado de avião. Do lado brasileiro, um time novo em busca de democratizar o esporte.

“Qualquer iniciativa LGBT no esporte é muito importante, porque a gente precisa ser protagonista”, me disse um dos fundadores do Tamanduás, Allan Alves. O motivo é óbvio e simples. Por tempo demais a comunidade LGBT+ foi excluída ou invisibilizada nos esportes.

Abaixo, fotos da partida feitas pelo fotojornalista Werther Santana, especialmente pra cobertura do primeiro amistoso internacional de de rugby LGBT+ em São Paulo.

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